Sindicatos filiados à FINDECT participam dos atos por vacina já, emprego, auxílio e defesa das estatais

Publicado em 31/05/2021

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Milhares de pessoas foram às ruas participar do primeiro ato nacional de protesto contra a forma com que o governo federal está lidando com a pandemia e com a economia do país. Os trabalhadores dos Correios estavam neles exigindo vacina para todos, auxílio emergencial decente e Correio Estatal, público e de qualidade!

Foto: Carolina Antunes/PR

O Brasil lida com a pior gestão da pandemia a nível mundial, um governo que priorizou a compra de medicamentos sem eficácia (cloroquina, ivermectina entre outros) contra a doença, rejeitou 70 milhões de vacinas e com isso fez chegar até o momento ao triste marca de 460 mil mortos por covid-19.

Com esse resultado macabro da pandemia, de como os governantes estão lidando com a situação, já passava da hora do povo realizar manifestações políticas contra o governo Bolsonaro, o principal responsável pelo combate que não está havendo contra a doença, e por mais vacinas.

Os atos realizados no sábado, 29 de maio, em todos os estados e no Distrito Federal, foram organizados por movimentos sociais, sindicatos e partidos de esquerda e atraíram milhares de pessoas preocupadas com a pandemia, insatisfeitas com a maneira como ela está sendo tratada pelos governos, com o desemprego e com a fome que sufocam milhões de brasileiros.

A FINDECT e os Sindicatos filiados participaram dos atos em seus estados (SP, RJ, MA, TO) e cidades, no caso de Bauru, interior de SP.

Em todos, o respeito ao uso de máscara, à necessidade de distanciamento e de cuidados foram unânimes, assim como o sentimento de que não dá mais para ficar quieto vendo o presidente aglomerar seus seguidores sem máscara para desacreditar os necessário isolamento e lockdown e outras formas de combater o coronavírus.

Os trabalhadores da categoria somaram à população nas ruas para exigir vacina para todos, auxílio emergencial decente, investimentos e políticas contra o desemprego e a fome, defesa das estatais e fora Bolsonaro, porque se ele ficar até o final de 2022, o país terá mais de 1 milhão de mortos e ainda mais desempregados e famintos.

Os ataques às estatais e a tentativa de privatizar os Correios são motivos extras para os trabalhadores dos Correios irem às ruas. Porque além de serem considerados essenciais e continuarem atuando em meio à pandemia, enfrentando o vírus sem sequer ter o direito à vacinação prioritária reconhecido pelos governos, ainda correm o risco de ficar sem emprego e ver a empresa que ajudaram a construir, ser destruída.

A FINDECT e os Sindicatos filiados vão continuar nessa luta, em defesa dos Correios como uma empresa essencial para o Brasil e de todos brasileiros, por vacina para todos e por políticas que levem ao desenvolvimento do país, à defesa de suas estatais, ao fim do desemprego e da fome, que são muito mais culpa das ações dos governos, que da pandemia.

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