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Ao ecetista o fim do convênio médico e do tíquete peru, às forças armadas picanha, bacalhau, cerveja e whisky importados

Publicado em 13/02/2021

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É verdade, e não fake News como as do governo. O levantamento foi feito por deputados federais, a partir de dados oficiais obtidos no Painel de Preços do Ministério da Economia, que divulga informações repassadas pelos próprios militares.

As forças armadas usam verba pública para comprar picanha, cerveja, bacalhau, whisky e conhaque. Farreiam enquanto a população passa fome. Os deputados apresentaram denúncia à Procuradoria Geral da União e ao TCU!

O levantamento mostra que os comandos das Forças Armadas adquiriram, por meio de licitação, cerca de 80 mil unidades de cerveja e mais de 700 mil quilos de picanha. Foi constatado ainda o superfaturamento desses produtos em mais de 60%. E não é qualquer cerveja não. Só Stella Artois, Heineken e Eisenbahn.

Vários veículos de imprensa publicaram matérias sobre isso. Veja AQUI o que disse o Correio Braziliense.

Lembra dos R$ 15 milhões em um ano só com leite condensado, mais 2,2 milhões com chiclete, mais R$ 14 milhões com pizza, num total de 32,7 milhões só com porcaria, e do total de R$ 1,8 bilhões do dinheiro do povo em alimentos só para o governo federal? Relembre AQUI.

Um filho do presidente disse que parte disso foi para o exército. Não comprovou, mas mentira ou não, o fato é que os militares não vivem só de leite condensado, tem picanha e cerveja também.

Militar pra quê?

Cortaram o tíquete peru, o ecetista passou a pagar mensalidade pelo convênio médico, não teve reajuste salarial e vários outros direitos foram achatados. E para os militares só dão mordomias. Por quê?

Você ecetista, teria todo direito de comer picanha e tomar cerveja puro malte pagos pela empresa, com o dinheiro dos lucros operacionais. Veio tudo do seu suor. Que aliás foi redobrado na pandemia, com mais trabalho, mais perigo de morte, mais pressão e menos diretos.

Mas a mordomia grande é só para os militares. Isso só pode ser a conta da fatura por apoiar o governo Bolsonaro e ajudar no serviço sujo. Os generais cobram caro para servir ao capitão com subserviência e encaminhamento de políticas nefastas ao país.

Eles já ficaram fora da reforma da previdência e estão tendo regalias como vagas reservadas em hospitais para casos de Covid. Milhares deles estão dobrando, triplicando e até ganhando 5 vezes mais para trabalhar no governo, e continuam a receber os soldos do exército.

Nos Correios, foi criado um cabide de emprego para mais de 60 militares ganharem muitos milhares de reais em cargos de direção, para destruir a empresa e encaminhar a política privatista do governo Bolsonaro e Paulo Guedes. Mesmo que quisessem atuar para levantar a ECT, não conseguiriam, pois entendem de Correios tanto quanto o general Pazuelo entende de saúde.

Vale a pergunta: para que servem as forças armadas? Depois dos anos de chumbo, em que instalaram uma ditadura no Brasil a serviço de empresas nacionais e multinacionais e dos interesses estrangeiros, agora agem mais uma vez contra o povo e o país, dando sustentação a um governo genocida. E ganhem bem para isso. Quem precisa deles? Com certeza não são os trabalhadores.

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